segunda-feira, 31 de julho de 2017

Fechamento - Julho/2017: R$ 131.633,92 ou +R$ 4.936,92 (+3,90%)

Mais um mês que chega ao fim e com ele vem o momento da verdade. Aparentemente o mercado como um todo deu uma boa respirada, o que pra muitos parece ser uma ilusão, porém é preciso dançar conforme a música. Consegui uma boa rentabilidade neste mês, sendo que dei uma segurada nos aportes em Renda Variável esperando a situação se estabilizar um pouco. Vamos aos números. Os resultados de rentabilidade foram calculados pela planilha do colega ADP.

META ANUAL 2017: 160K em ativos financeiros - Resultado Parcial: 51,69% atingido. 

Passei da metade da meta. Queria ter chegado lá antes mas paciência. Ainda acredito que vou conseguir atingir o objetivo estipulado, contudo me mantenho atento a possíveis armadilhas no caminho.   

COMPRAS - JULHO/2017

Neste mês somente comprei mais um pouco de Tesouro IPCA+ 2024.       

Vamos ao resultado mensal fechado:


RENDA FIXA

  • TD: +1,91%
Bom resultado decorrente do derretimento das taxas, muitas das quais já abaixo dos níveis pré-Joesley. Em termos percentuais a carteira ficou assim: vinculados ao IPCA (51,58%) tomando a dianteira, prefixados (4,69%) e vinculados à taxa Selic (43,73%). Como as taxas estão em queda livre verei se continuo a aportar por aqui. Rentabilidade anual acumulada de +7,06%.

  • COE: 0,00%
Mais um mês sem alterações nesta modalidade, porém já rondando o gatilho de valorização. Neste mês vencerá o papel vinculado à PETR4 e penso seriamente em dar um up na carteira de ações com o montante. Como os papéis não têm marcação a mercado considero a variação da cota comparativamente com os termos de início e desconto o IR correspondente ao prazo da aplicação (17,50%). Rentabilidade anual acumulada de -1,29%.

  • FUNDOS DE INVESTIMENTO PRIVADOS: +2,00% 
Este item é representado pelo fundo Brasil Plural Debêntures Incentivadas 45. De modo geral aplico os trocados que ficam parados na corretora e também acho interessante ampliar o leque de aplicações visando não depender apenas de uma ou outra aplicação. Como características do fundo deste fundo temos: valor de aplicação (R$ 100,00 mínimo) e taxa de administração (1,00% a.a.). Não tenho pretensão de resgate no curto prazo. Rentabilidade anual de 5,15%.


RENDA VARIÁVEL

  • FIIs: -0,40% 
Em julho acompanhei o IFIX e também fechei com queda nos FIIs. O mercado aparenta estar travado e há uma expectativa de anúncio massivo de vacância e queda de rendimentos. Estou analisando minha carteira e pensando se vale a pena me desfazer de alguns fundos problemáticos e comprar outros. Edifício Galeria (EDGA11) é o pior fundo da carteira, enquanto o Grand Plaza (ABCP11) é o mais valorizado. A carteira de FIIs conta com 16 papéis diferentes até o momentoRentabilidade anual de 11,74%.

  • AÇÕES: +5,71%
A carteira deu uma boa subida neste mês, apesar de que nem todas as integrantes tenham recuperado as perdas anteriores (BBAS3 e LAME4 estão no vermelho). Um possível aporte feito com recursos provenientes de um COE está no radar mas nada ainda definitivo. Sei que ainda existem boas ações disponíveis, porém me mantenho alerta a questões mais urgentes. O foco é de longo prazo e assim será mantido. A carteira conta atualmente com nove papéis de setores variados. Rentabilidade anual de 10,69%.


PROVENTOS - JULHO/2017

Neste mês recebi proventos de FIIs e dividendos de ITSA4 e ABEV3, em montante inferior ao recebido em Junho.   

Total Julho: R$ 124,50
Total Anual Acumulado: R$ 1.239,07


CONSOLIDADO - JULHO/2017

As porcentagens se mantiveram praticamente estáveis ao longo do mês. A carteira é representada por aproximadamente 65,43% em aplicações de renda fixa (TD, COE e Fundos) e 34,57% em renda variável (FIIs e Ações). A chave dos aportes encontra-se virada rumo à RF mas pode mudar em agosto.  




Recapitulando, somente os FIIs fecharam no vermelho neste mês, com a turma gerida pelo BTG sendo a maior responsável de modo geral. A rentabilidade mensal fechou em +2,17%, a segunda maior do ano. Espero que este ritmo se mantenha e que eu consiga manter os aportes regulares.     



Encerro aqui mais uma postagem, sempre agradecendo a visita dos colegas da blogosfera e demais visitantes que tem paciência para acompanhar.   

Até!

sexta-feira, 30 de junho de 2017

Fechamento - Junho/2017: R$ 126.697,00 ou +R$ 1.658,00 (+1,33%)

Junho passou voando. Chegou então o momento de avaliar os eventos ocorridos e ver o impacto dos mesmos nas diversas aplicações. A valorização foi pequena, mas espero que sinalize que o trem voltou aos trilhos. Por conta das incertezas na renda variável, novamente o aporte na renda fixa passou a ser a prioridade. Vamos aos números. Os resultados de rentabilidade foram calculados pela planilha do colega ADP.

META ANUAL 2017: 160K em ativos financeiros - Resultado Parcial: 43,28% atingido. 

Aos poucos vamos retornando a uma suposta normalidade (será?). Gostaria de já ter passado a barreira dos 50% da meta, mas considerando o tumulto que vem ocorrendo vou valorizar o que já consegui ao invés de pensar no que poderia ter sido.  

COMPRAS - JUNHO/2017

Neste mês somente comprei Tesouro IPCA+ 2024 e um troco no fundo BP Debêntures Incentivadas 45.       

Vamos ao resultado mensal fechado:


RENDA FIXA

  • TD: +0,45%
Apesar das oscilações nas taxas ao longo do mês consegui uma rentabilidade positiva. Em termos percentuais a carteira ficou assim: vinculados ao IPCA (49,45%), prefixados (4,78%) e vinculados à taxa Selic (45,76%). Esta modalidade será mais focada enquanto a renda variável continuar andando de lado. Rentabilidade anual de +5,24%.

  • COE: 0,00%
Mais um mês sem alterações nesta modalidade, de modo que não vou gastar saliva com ela, nem mudar o texto do mês anterior. O papéis não têm marcação a mercado, logo estou considerando a variação da cota comparativamente com os termos de início e descontando o IR correspondente ao prazo da aplicação (17,50%). Rentabilidade anual de -1,29%.

  • FUNDOS DE INVESTIMENTO PRIVADOS: +0,25% 
Este item é representado pelo fundo Brasil Plural Debêntures Incentivadas 45. Aumentei a posição evitando deixar os trocados parados na corretora. Como características do fundo temos: valor de aplicação (R$ 100,00 mínimo) e taxa de administração (1,00% a.a.). Não tenho pretensão de resgate no curto prazo. Rentabilidade anual de 3,09%.


RENDA VARIÁVEL

  • FIIs: +1,30% 
Depois de dois meses no vermelho voltamos a ter crescimento nos FIIs. Aqui cabe um pensamento: todos consideramos que o mercado está esticado, etc e tal, porém a alta vem sendo constante. Será que vale a pena aumentar posição? Estou analisando bem o caso. A carteira de FIIs conta com 16 papéis diferentes até o momentoRentabilidade anual de 12,19%.

  • AÇÕES: -0,53%
Outra queda na carteira de ações, porém vejo que é preciso parar de piorar antes da melhora. A situação geral é de dúvida no mercado e em decorrência a cautela é fundamental. Existem boas ações disponíveis, porém prefiro esperar algum desfecho nos problemas mais imediatos. O foco é de longo prazo e assim será mantido. A carteira conta atualmente com nove papéis de setores variados. Rentabilidade anual de 4,71%.


PROVENTOS - JUNHO/2017

Neste mês recebi proventos de FIIs, dividendos e juros sobre capital próprio de ações, além do pagamento da venda das frações de MXRF11 oriundos da fusão com o XPGA11.   

Total Junho: R$ 170,27


CONSOLIDADO - JUNHO/2017

Pouca variação comparando com maio. A carteira é representada por aproximadamente 65,32% em aplicações de renda fixa (TD, COE e Fundos) e 34,68% em renda variável (FIIs e Ações). No momento o foco está em RF por conta da turbulência geral do mercado. 




Neste fechamento somente as Ações fecharam no vermelho, principalmente LAME4 e BBAS3. A rentabilidade mensal fechou em +0,12%, modesta mas positiva. O segundo semestre costuma ser mais 'suave', então espero continuar aportando de modo regular.    



E assim encerro mais uma postagem, sempre agradecendo a visita dos colegas da blogosfera e demais visitantes.   

Até!

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Fechamento - Maio/2017: R$ 125.039,00 ou -R$ 1.386,32 (-0,14%)

Momento da verdade. O furacão que assolou o Brasil deixou suas marcas na sociedade e, como não podia deixar de ser, provocou uma hecatombe nas finanças da massa. Tudo que vinha sendo construído aos trancos e barrancos agora voltou a ser dúvida, sejam reformas, seja confiança da melhoria como um todo. Realizei um pequeno aporte mas ele praticamente sumiu em meio às quedas dos valores das aplicações. Sempre considerei maio um mês difícil mas não esperava que seria tão devastador. Vamos aos números. Os resultados de rentabilidade foram calculados pela planilha do colega ADP.

META ANUAL 2017: 160K em ativos financeiros - Resultado Parcial: 40,45% atingido. 

Um pequeno retrocesso neste mês, suavizado pelos proventos e aporte. Espero que a fase tenebrosa tenha ficado no retrovisor, mas é preciso ficar atento.  

COMPRAS - MAIO/2017

Neste mês fiz a compra de FFCI11 (antes do possível agrupamento) e usei os recursos que estavam investidos em LCI para ampliar minha carteira de ações.       

Vamos ao resultado mensal fechado:


RENDA FIXA

  • TD: +0,32%
Apesar dos pesares esta modalidade fechou no azul, embora tenha ocorrido uma grande oscilação nas taxas, com reflexo no valor dos títulos, o que prejudicou a valorização contínua que seguia. Em termos percentuais ficou assim: vinculados ao IPCA (48,66%), prefixados (4,83%) e vinculados à taxa Selic (46,51%). Estou estudando a possibilidade de aportar novamente nesta modalidade, visando equilibrar de certo modo o aumento da renda variável. Rentabilidade anual de +4,88%.

  • COE: 0,00%
Mais um mês sem alterações nesta modalidade, de modo que não vou gastar saliva com ela. O papéis não têm marcação a mercado, logo estou considerando a variação da cota comparativamente com os termos de início e descontando o IR correspondente ao prazo da aplicação (17,50%). Rentabilidade anual de -1,29%.

  • FUNDOS DE INVESTIMENTO PRIVADOS: -0,64% 
Este item é representado pelo fundo Brasil Plural Debêntures Incentivadas 45. Não mexi neste item também mas o mesmo também sofreu os efeitos da crise econômica. Como características do fundo temos: valor de aplicação (R$ 100,00 mínimo) e taxa de administração (1,00% a.a.). Não tenho pretensão de resgate no curto prazo. Rentabilidade anual de 3,31%.


RENDA VARIÁVEL

  • FIIs: -0,79% 
Mais uma queda na carteira dos FIIs, com apenas uma variação conforme já disse acima (compra de FFCI11). Ainda considero o valor muito esticado, de modo que compras somente em casos excepcionais. A carteira de FIIs conta com 16 papéis diferentes até o momentoRentabilidade anual de 10,74%.

  • AÇÕES: -4,46%
Promovi um aumento considerável na carteira de ações neste mês, utilizando pra tal o valor que estava antes aplicado em uma LCI da Caixa. O baque foi grande, porém como estou focado no longo prazo ficarei alerta para possíveis pontos de entrada em boas ações de boas empresas. A carteira conta atualmente com nove papéis de setores variados. Esta foi a modalidade que mais impactou no resultado negativo do mês, devolvendo boa parte da valorização acumulada desde o início de 2017. Rentabilidade anual de 5,28%.


PROVENTOS - MAIO/2017

Neste mês recebi proventos de FIIs, além de dividendos e juros sobre capital próprio de ações.   

Total Maio: R$ 276,43


CONSOLIDADO - MAIO/2017

Houve grande variação da carteira este mês, a qual ficou então representada por aproximadamente 64,75% em aplicações de renda fixa (TD, COE e Fundos) e 35,25% em renda variável (FIIs e Ações). A RV passou a marca dos 35%, então planejo aumentar a renda fixa para dar uma equilibrada no sistema. 




Com exceção do TD (e do COE que zerou), as demais aplicações fecharam no vermelho, e nem poderia ser diferente. A rentabilidade mensal fechou em -1,10%, ainda que tenha havido uma recuperação desde o dia 18/05. Dramas a parte, a estratégia de 2017 continuará em prática: gastos em controle e aportes regulares para manter o avanço constante (mais necessários do que nunca).   




Mais uma vez agradeço a todos os visitantes.  

Até!

domingo, 30 de abril de 2017

Fechamento - Abril/2017: R$ 125.215,67 ou +R$ 1.582,42 (+1,28%)

Mais um mês se passou e chegou a hora de encarar o fechamento. Em meio a muito ranger de dentes e ameaças parece que finalmente as reformas caminham, ainda que não sejam as melhores do mundo, são as possíveis para o momento. Mais um mês em que não realizei aporte, conforme havia previsto anteriormente. Nas minhas finanças pessoais abril sempre é um mês duro em termos de despesas mas agora é passado. Chega de falatório e vamos aos números. Os resultados de rentabilidade foram calculados pela planilha do colega ADP.

META ANUAL 2017: 160K em ativos financeiros - Resultado Parcial: 40,75% atingido. 

Avanço apenas com a valorização e rendimentos de aplicações passadas. A fase mais 'hard' do ano (março/abril/maio) está passando e o fluxo voltará. 

COMPRAS - ABRIL/2017

Repetindo o texto acima neste mês nenhuma compra.       

Vamos ao resultado mensal fechado:


RENDA FIXA

  • LCI: +0,48%
Esta que foi minha primeira aplicação após a poupança chegou ao fim. Foi aqui que tudo começou e por isso terei um carinho especial, mas o show não para. Os recursos que estavam nesta modalidade serão direcionados para a renda variável, provavelmente ações. Rentabilidade anual de +2,94%. 

  • TD: +0,14%
O medo da ação dos amados congressistas vem fazendo o mercado jogar pro alto as taxas do TD, o que reflete em queda no valor dos papéis, apesar de ainda ter conseguido fechar no azul. Sem novas compras, os papéis comprados refletem épocas turbulentas e seguem se valorizando de modo geral. Em termos percentuais ficou assim: vinculados ao IPCA (48,91%), prefixados (4,85%) e vinculados à taxa Selic (46,24%). Dado o montante atual já aplicado em TD não prevejo aplicações extras por agora, a não ser que ocorram fatos excepcionais que me façam mudar de opinião. Rentabilidade anual de +4,54%.

  • COE: 0,00%
Infelizmente a reação da bolsa não aconteceu e como o COE depende da valorização do índice, não houve mudança na posição do mesmo. Estes papéis não têm marcação a mercado, logo estou considerando a variação da cota comparativamente com os termos de início e descontando o IR correspondente ao prazo da aplicação (17,50%). Rentabilidade anual de -1,29%.

  • FUNDOS DE INVESTIMENTO PRIVADOS: +0,59% 
Este item é representado pelo fundo Brasil Plural Debêntures Incentivadas 45. Não mexi neste item também. Como características do fundo temos: valor de aplicação (R$ 100,00 mínimo) e taxa de administração (1,00% a.a.). Não tenho pretensão de resgate no curto prazo. Rentabilidade anual de 3,98%.


RENDA VARIÁVEL

  • FIIs: -0,78% 
Depois de várias subidas registrei queda nesta modalidade. O aumento da vacância nos fundos de tijolos e dos problemas em diversos fundos de papéis cedo ou tarde vai cobrar a fatura. Somente ampliarei o valor aplicado aqui caso surja alguma boa oportunidade. A carteira de FIIs conta com 16 papéis diferentes até o momento, os quais são  (atendendo a pedidos): ABCP11, AEFI11, BBPO11, BRCR11, EDGA11, FFCI11, FLMA11, HTMX11, JSRE11, NSLU11, RBGS11, RNGO11, SAAG11, SDIL11, XPCM11 e XPGA11. Rentabilidade anual de 11,49%.

  • AÇÕES: +9,53%
Sem aportes por aqui também. Este investimento também foi planejado para o longo prazo, com pretensão de aumentar a quantidade de empresas no portfólio (pelo menos 10). A valorização aqui bateu de longe todos os outros investimentos que tenho, principalmente HGTX3 que explodiu no último pregão. Rentabilidade anual de 18,41%.


PROVENTOS - ABRIL/2017

Neste mês recebi proventos de FIIs, além de proventos e juros sobre capital próprio de GRND3 e ITSA4.   

Total Abril: R$ 185,62


CONSOLIDADO - ABRIL/2017

O fechamento da carteira ficou então representada por aproximadamente 73,37% em aplicações de renda fixa (LCI, TD, COE e Fundos) e 26,63% em renda variável (FIIs e Ações) - ligeiro aumento. Estou seriamente estudando aumentar a RV além dos 30% do total, mas nada ainda definitivo.





Com exceção dos FII e do COE que zerou as demais aplicações fecharam no azul, com um crescimento global mensal de +1,28%. Segue a estratégia de 2017: gastos em controle e aportes regulares para manter o avanço constante (estou devendo neste último kkk).   



Mais uma vez agradeço a todos os visitantes e vamos até o próximo fechamento.  

Até!

sábado, 1 de abril de 2017

Fechamento - Março/2017: R$ 123.633,25 ou +R$ 1.142,10 (+0,93%)

Aproveitando o sabadão trago mais um fechamento de mês. No geral tudo caminhou bem, apesar do avanço ter sido um pouco tímido já que os investimentos andaram de lado por conta da economia não deslanchar. Neste mês não realizei aportes devido ao histórico de maiores despesas, o que provavelmente se repetirá em abril. Vamos aos números. Os resultados de rentabilidade foram calculados pela planilha do colega ADP.

META ANUAL 2017: 160K em ativos financeiros - Resultado Parcial: 38,06% atingido. 

Sem a força dos aportes segui apenas com a valorização das aplicações já existentes. Conforme previsto no fechamento de fevereiro estou na fase mais 'hard' do ano (março/abril/maio) e os aportes serão modestos ou não ocorrerão. 

COMPRAS - MARÇO/2017

Com exceção da subscrição de ações em ITSA4 não realizei nenhuma compra neste mês.      

Vamos ao resultado mensal fechado:


RENDA FIXA

  • LCI: +0,83%
Tudo segue como antes por aqui. A redução progressiva da taxa SELIC levará a um menor retorno mensal, porém esta aplicação vence no final de abril e o recurso será direcionado a outra modalidade (a qual ainda não decidi qual será). Rentabilidade anual de +2,46%. 

  • TD: +0,85%
Sem novidades. Os papéis comprados em épocas turbulentas seguem se valorizando de modo geral. Em termos percentuais ficou assim: vinculados ao IPCA (49,18%), prefixados (4,85%) e vinculados à taxa Selic (45,97%). Dado o montante atual já aplicado em TD não prevejo aplicações extras por agora, a não ser que ocorram fatos excepcionais que me façam mudar de opinião. Rentabilidade anual de +4,39%.

  • COE: -0,30%
Infelizmente a reação da bolsa não aconteceu e como o COE depende da valorização do índice, houve uma queda no seu valor. Estes papéis não têm marcação a mercado, logo estou considerando a variação da cota comparativamente com os termos de início e descontando o IR correspondente ao prazo da aplicação (17,50%). Rentabilidade anual de -1,29%.

  • FUNDOS DE INVESTIMENTO PRIVADOS: +0,96% 
Este item é representado pelo fundo Brasil Plural Debêntures Incentivadas 45. O fundo lançou seus primeiros dados de rentabilidade e o mesmo vem batendo o CDI por boa margem (espero que continue). Como características do fundo temos: valor de aplicação (R$ 100,00 mínimo) e taxa de administração (1,00% a.a.). Não tenho pretensão de resgate no curto prazo. Rentabilidade anual de 3,37%.


RENDA VARIÁVEL

  • FIIs: +2,84
Outro mês de subida para os FIIs. O texto está ficando repetitivo mas é realidade. Não estou pensando em ampliar o valor investido aqui mas não descarto a possibilidade, pois temos que ficar atentos a boas oportunidades que surjam. A carteira de FIIs conta com 16 papéis diferentes até o momento. Rentabilidade anual de 12,37%.

  • AÇÕES: +0,98%
Sem aportes por aqui também. A carteira é composta por Ambev (ABEV3), Braskem (BRKM5), Grendene (GRND3), Hering (HGTX3), Itaúsa (ITSA4) e Lojas Americanas (LAME4). Este investimento também foi planejado para o longo prazo, com pretensão de aumentar a quantidade de empresas no portfólio (pelo menos 10). Rentabilidade anual de 8,10%.


PROVENTOS - MARÇO/2017

Neste mês recebi proventos de FIIs e juros sobre capital próprio (ITSA4).   

Total Março: R$ 116,09


CONSOLIDADO - MARÇO/2017

O fechamento da carteira ficou então representada por aproximadamente 74,19% em aplicações de renda fixa (LCI, TD, COE e Fundos) e 25,81% em renda variável (FIIs e Ações) - pequena variação. Talvez leve a RV até uns 30% do total, mas nada ainda definitivo.






Com exceção do COE as demais aplicações fecharam no azul, com um crescimento global mensal de +0,93%. A estratégia em 2017 será a mesma: gastos em controle e aportes regulares para manter o avanço constante.   



Agradeço a todos os visitantes e vamos até o próximo fechamento.  

Até!

domingo, 26 de fevereiro de 2017

Fechamento - Fevereiro/2017: R$ 122.491,15 ou +R$ 7.765,54 (+6,77%)

Aproveitando a folga de carnaval trago o fechamento obtido em fevereiro, apesar do mês não ter acabado. Em geral foi um mês bastante produtivo, tanto no trabalho quanto na parte das finanças. Mais uma vez aumentei a participação em renda variável, seguindo o plano geral para 2017. Vamos aos números. Os resultados de rentabilidade foram calculados pela planilha do colega ADP.

META ANUAL 2017: 160K em ativos financeiros - Resultado Parcial: 36,11% atingido 

Mais um mês em que consegui realizar um aporte razoável. Pela minha estimativa entrarei agora numa fase mais 'hard' (gastos mais acentuados) pelo menos até o meio do ano. Os aportes tenderão a ser mais modestos, mas farei o possível para não zerar. 

COMPRAS - FEVEREIRO/2017

O aporte deste mês (dinheiro novo) foi direcionado para a compra de novas ações (BRKM5 e LAME4). Proventos recebidos foram para o fundo de debêntures e mais um 'troco' gasto em FFCI11. Novamente sem compras de tesouro.     

Vamos ao resultado mensal fechado:


RENDA FIXA

  • LCI: +0,75%
Aqui sem nenhuma alteração, exceto o fato de que fevereiro conta com menos dias úteis e isso reflete na rentabilidade. A nova redução da taxa SELIC levará a um menor retorno mensal nos meses seguintes. A rentabilidade anual de +1,62%. 

  • TD: +1,94%
Como disse anteriormente não fiz nenhuma compra neste item. Os papéis comprados em épocas turbulentas vêm aferindo grande valorização de modo geral. Em termos percentuais ficou assim: vinculados ao IPCA (49,20%), prefixados (4,83%) e vinculados à taxa Selic (45,97%). Dado o montante atual já aplicado em TD não prevejo aplicações extras por agora, a não ser que ocorram fatos excepcionais que me façam mudar de opinião. Rentabilidade anual de +3,51%.

  • COE: +0,30%
O início da reação começou (assim espero). O índice Bovespa se aproxima da máxima histórica e agora quanto mais melhor pois o papel restante não tem limite de valorização (PETR4 e BBAS3 já estouraram os respectivos limites). Estes papéis não têm marcação a mercado, logo estou considerando a variação da cota comparativamente com os termos de início e descontando o IR correspondente ao prazo da aplicação (17,50%). Rentabilidade anual de -1,00%.

  • FUNDOS DE INVESTIMENTO PRIVADOS: +1,39% 
Aumentei um pouco a participação no fundo Brasil Plural Debêntures Incentivadas 45. O fundo ainda não pode apresentar dados de rentabilidade pelo pouco prazo em que foi lançado. Como características do fundo temos: valor de aplicação (R$ 100,00 mínimo) e taxa de administração (1,00% a.a.). Não tenho pretensão de resgate no curto prazo. Rentabilidade anual de 2,39%.


RENDA VARIÁVEL

  • FIIs: +4,34
Outro mês de subida para os FIIs. Novamente, dado os valores esticados não tenho perspectivas de entrada no momento, com exceção de pequenos valores em fundos já pertencentes à carteira para não deixar o dinheiro parado na corretora. A carteira de FIIs conta com 16 papéis diferentes até o momento. Rentabilidade anual de 9,27%.

  • AÇÕES: +5,51%
Aumentei a participação nesta modalidade com a aquisição de dois novos papéis: Braskem (BRKM5) e Lojas Americanas (LAME4). Eles se juntam à carteira composta por Ambev (ABEV3), Grendene (GRND3), Hering (HGTX3) e Itaúsa (ITSA4). Este investimento também foi planejado para o longo prazo, com pretensão de aumentar a quantidade de empresas no portfólio (pelo menos 10). Rentabilidade anual de 7,05%.


PROVENTOS - FEVEREIRO/2017

Foi um mês bom para a renda passiva. Neste mês recebi proventos de FIIs, cupons do IPCA+ 2020 e também ações (ABEV3). As perspectivas futuras são de possível redução, especialmente por conta do aumento na vacância dos FIIs.  

Total Fevereiro: R$ 253,09


CONSOLIDADO - FEVEREIRO/2017

O fechamento da carteira ficou então representada por aproximadamente 74,43% em aplicações de renda fixa (LCI, TD, COE e Fundos) e 25,57% em renda variável (FIIs e Ações) - o máximo já atingido até o momento. Talvez leve a RV até uns 30% do total, mas nada ainda definitivo.






Nesse mês todas as aplicações fecharam no azul, com um crescimento global mensal de +2,31%. A estratégia em 2017 será a mesma: gastos em controle e aportes regulares para manter o avanço constante.   



Aproveitem este resto de carnaval e vamos até o próximo fechamento.  

Até!

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Fechamento - Janeiro/2017: R$ 114.725,61 ou +R$ 13.437,80 (+13,27%)

Olá galera! Tudo na paz? Tomara que sim. Chegou a hora de passar a régua e ver como foi o desempenho de Janeiro. Fiz uma mudança no título seguindo o estilo do colega Funcionário Público Investidor (http://funcionariopublicoinvestidor.blogspot.com/), apresentando uma informação mais direta. O mês de modo geral foi bom pra mim, apesar de que ocorreram certos percalços no caminho. Estreei em dois tipos diferentes de investimentos e aumentei a exposição à renda variável, uma das metas que eu havia traçado para 2017. Vamos aos números. Os resultados de rentabilidade foram calculados pela planilha do colega ADP.

META ANUAL 2017: 160K em ativos financeiros - Resultado Parcial: 22,89% atingido 

Por conta de problemas ocorridos na transição de governo acabei recebendo o salário de dezembro somente neste mês. Aliado ao montante proveniente do 13º salário e das poucas despesas que tive fui capaz de realizar um aporte significativo. Em decorrência do fato já dei um salto no cumprimento da meta anual e espero conseguir cumpri-la até dezembro.

COMPRAS - JANEIRO/2017

Os aportes deste mês foram direcionados para a compra de ações (ABEV3, GRDN3, HGTX3 e ITSA4), uma pequena entrada em um fundo privado de debêntures e um 'troco' gasto em FFCI11. Nada de tesouro por enquanto.     

Vamos ao resultado mensal fechado:


RENDA FIXA

  • LCI: +0,86%
Sem alterações no rumo desse item. Como a aplicação é vinculada a uma porcentagem do CDI, mantendo-se a queda da Selic a tendência será de redução no crescimento. Em 2017 ela chegará ao fim e provavelmente redirecionarei os recursos para outra aplicação. A rentabilidade anual começa em +0,86%. 

  • TD: +1,53%
Grandes oscilações nas taxas durante o mês, porém não fiz nenhuma compra neste item. Em termos percentuais ficou assim: vinculados ao IPCA (48,74%), prefixados (4,80%) e vinculados à taxa Selic (46,47%). Dado o montante atual já aplicado em TD não prevejo aplicações extras por agora, a não ser que ocorram fatos excepcionais que me façam mudar de opinião. Rentabilidade anual começa em +1,53%.

  • COE: -1,29%
Nesta parte nova decepção. A reação de BBAS3 acabou estourando o limite e agora o valor aplicado será corrigido por uma porcentagem fixa (assim como o de PETR4) a ser resgatado no vencimento. Sendo assim, torço agora para que o índice Bovespa pise fundo no acelerador e dê o máximo possível, pois assim entra em ação o gatilho deste investimento. Estes papeis não têm marcação a mercado, logo estou considerando a variação da cota comparativamente com os termos de início e descontando o IR correspondente ao prazo da aplicação (17,50%). Rentabilidade anual inicial -1,29%.

  • FUNDOS DE INVESTIMENTO PRIVADOS: +1,07% (NOVO)
Fiz um pequeno aporte no fundo Brasil Plural Debêntures Incentivadas 45. Tinha interesse em aplicar nesta modalidade de investimento e escolhi o fundo pela perspectiva de retorno e pelo seu valor baixo de aplicação (R$ 100,00 mínimo) e taxa de administração (1,00% a.a.). Como não pretendo resgatar o recurso em curto prazo, creio que será uma boa experiência. Rentabilidade anual inicial em 1,07%.

RENDA VARIÁVEL

  • FIIs: +4,75
Mais um mês em que os FIIs chegam metendo o pé na porta. Com os valores esticados, não tenho perspectivas de entrada no momento, com exceção de pequenos valores em fundos já pertencentes à carteira para não deixar o dinheiro parado na corretora. A carteira de FIIs conta com 16 papéis diferentes até o momento. Rentabilidade anual inicial em 4,75%.

  • AÇÕES: +2,17% (NOVO)
Após muita leitura decidi me aventurar nesta modalidade de investimento. Minha intenção é manter uma carteira de longo prazo, aplicando em ações de qualidade. A carteira inicial começa com Ambev (ABEV3), Grendene (GRND3), Hering (HGTX3) e Itaúsa (ITSA4). Pretendo ampliar até cerca de 10 papéis diferentes, fazendo o controle dos mesmos. Rentabilidade anual inicial em 2,17%.


PROVENTOS - JANEIRO/2017

Esse mês somente proventos de FIIs. Por conta dos acertos anuais houve um aumento em comparação ao recebido no mês de dezembro. 

Total Dezembro: R$ 113,07


CONSOLIDADO - JANEIRO/2017

O fechamento da carteira ficou então representada por aproximadamente 78,34% em aplicações de renda fixa (LCI, TD, COE e Fundos) e 21,66% em renda variável (FIIs e Ações). A princípio pretendo esticar a RV até uns 30% do total, mas aberto a novos pensamentos.





Quase todas as aplicações fecharam no azul, com exceção dos COEs, o que garantiu o crescimento mensal: +1,43%. A estratégia em 2017 será a mesma: gastos em controle e aportes regulares para manter o avanço constante.   



Seguindo o mês de fevereiro vamos no ritmo do ziriguidum até o próximo fechamento.  

Até!