quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Fechamento - Janeiro/2018: R$ 164.231,35 ou +R$ 7.750,90 (+4,95%)

2018 já começou com grandes surpresas. A retomada da valorização dos ativos iniciada ainda em 2017 continua a todo vapor, ganhando novos impulsos tais como o resultado do julgamento do Lula pelo TRF-4 e resultados positivos dos indicadores econômicos. Neste início de ano não me vejo fazendo grandes aportes, sendo que o foco será quitar as maiores despesas que surgem nesta época, então vou surfar na apreciação dos ativos já encarteirados (torço para que continue). Os resultados de rentabilidade foram calculados pela planilha do colega ADP.

META ANUAL 2018: 200K em ativos financeiros - Resultado Parcial: 15,50% atingido. 

Como em 2017 fiquei um pouco abaixo da meta preciso compensar esta diferença. Graças a valorização geral do mercado consegui um resultado interessante para iniciar o ano. Novamente vou deixar uma margem de tolerância (5%).


TRANSAÇÕES - JANEIRO/2018

Não coloquei dinheiro novo este mês. O começo de ano é forte nas despesas então os aportes vão ser escassos por enquanto. Movimentação interna somente na renda variável: o FII Galeria (EDGA11) deu adeus ao portfólio e comprei mais algumas cotas do Shopping ABC Plaza (ABCP11). No grupo das ações Fleury ON (FLRY3) passa a compor a carteira. 

Vamos ao resultado mensal fechado:


RENDA FIXA

  • TD: +3,08%
A queda das taxas longas levou a uma valorização expressiva da NTNB 2035, movimento que tende a continuar caso o cenário continue favorável. Em termos percentuais estou com 43,01% dos títulos vinculados ao IPCA (NTNB 2035) e 56,99% vinculados à Selic (LFT 2021 e 2023). Rentabilidade anual de 3,08%.

  • FUNDOS DE INVESTIMENTO PRIVADOS: +1,72% 
Este item é representado pelo fundo Brasil Plural Debêntures Incentivadas 45. De modo geral aplico os trocados que ficam parados na corretora e também acho interessante ampliar o leque de aplicações visando não ficar amarrado somente em TD. Como características do fundo deste fundo temos: valor de aplicação (R$ 100,00 mínimo) e taxa de administração (1,00% a.a.). Não tenho pretensão de resgate no curto prazo. Rentabilidade anual de 1,72%.

Na renda fixa ganhei do CDI (0,58%), contra 3,08% do TD e 1,72% do fundo de debêntures.

RENDA VARIÁVEL

  • FIIs: +4,62% 
Boa valorização em janeiro. As cotas de GGRC11 agora fazem parte do portfólio sem restrições, sendo o papel de maior percentual da carteira. Conforme antecipação do início do texto vendi minhas cotas de EDGA11, que era o papel mais desvalorizado da carteira (na verdade era o único no vermelho). Não quis pagar pra ver a recuperação do valor dele e do Rio por tabela. Em termos de rentabilidade SDIL11 tomou a coroa de XPCM11 e agora é o líder, ficando a lanterna com o MXRF11 (tenho desde a incorporação do XPGA11). Com a venda a carteira conta agora com 16 papéis diferentes. Rentabilidade anual de 4,62%.

  • AÇÕES: +7,92%
Aqui também consegui uma boa valorização. A única mudança foi a entrada de Fleury (FLRY3) no portfólio. A maior posição da carteira continua sendo CVC (CVCB3), que só valoriza, enquanto a liderança na rentabilidade passou a ser de Grendene (GRND3) após o tombo de Hering (HGTX3). A lanterna continua nas mãos de Lojas Americanas (LAME4). Ressalto o fato de que nenhum dos papéis estão no vermelho. A carteira conta agora com 11 papéis de setores variados. Rentabilidade anual de 7,92%.

Na renda variável ganhei do IFIX (2,64%) contra 4,62% dos FIIS e perdi do índice Ibovespa (11,14%) contra 7,92% da minha carteira de ações.

PROVENTOS - JANEIRO/2018

Neste mês recebi proventos de FIIs e  dividendos de ITSA4.   

Total Janeiro: R$ 114,17
Total Anual Acumulado: R$ 114,17


CONSOLIDADO - JANEIRO/2018

A carteira global ficou então representada por aproximadamente 51,51% em aplicações de renda fixa (TD e Fundos) e 48,49% em renda variável (FIIs e Ações). Da parte da renda fixa o Tesouro Direto é o mais significativo, no caso, a NTNB 2035, enquanto que na renda variável as ações continuam com a dianteira e bateram novamente recorde em termos percentuais da carteira.   






Mês de subida então ninguém fez feio e todos ficaram no azul. A rentabilidade mensal ficou em +4,95%, que por enquanto também é o valor anual acumulado (aproximadamente 850% do CDI). 
   



Finalizo aqui esta postagem desejando a todos os visitantes a continuidade do 'bull market' em  fevereiro. Pra não fugir do padrão, agradeço aos colegas da blogosfera e demais visitantes que tiveram paciência para acompanhar.   

Até!

domingo, 31 de dezembro de 2017

Fechamento - Dezembro/2017: R$ 156.480,45 ou +R$ 8.000,88 (+5,39%)

Para encerrar este 2017 nada melhor que aproveitar o último dia do ano para apresentar os resultados. Pode-se dizer que aconteceu de um tudo este ano: crescimento x queda, expansão x retração, euforia x desânimo etc, só não digo que foi um ano parado. Como marca de 2017 levo a minha entrada no mercado de ações, com todas as suas nuances (para o bem e o mal). Os resultados de rentabilidade foram calculados pela planilha do colega ADP.

META ANUAL 2017: 160K em ativos financeiros - Resultado Final: 94,01% atingido. 

Apesar de ter ficado dentro da margem de tolerância (5%) não consegui completar a meta. Ainda assim considero um resultado satisfatório tendo em vista o volume de altos e baixos que passamos em 2017. Para 2018 penso em colocar como meta o volume de 200K, mantendo a margem aplicada este ano.

TRANSAÇÕES - DEZEMBRO/2017

Neste mês fiz somente um aporte visando a subscrição de GGRC11. Com o rateio na casa dos 52% acabou que tive uma sobra de capital que ficou na corretora e que provavelmente vou gastar no próximo mês. Já prevejo zero aporte em janeiro por conta das despesas já escalonadas. 

Vamos ao resultado mensal fechado:


RENDA FIXA

  • TD: +0,62%
Novamente não houve movimento no volume aplicado. Enquanto a definição das reformas não sair minhas NTNB 2035 tendem a ficar oscilando. Em termos percentuais estou com 40,69% dos títulos vinculados ao IPCA (NTNB 2035) e 59,31% vinculados à Selic (LFT 2021 e 2023). Rentabilidade anual final de 6,69%.

  • FUNDOS DE INVESTIMENTO PRIVADOS: +0,48% 
Este item é representado pelo fundo Brasil Plural Debêntures Incentivadas 45. De modo geral aplico os trocados que ficam parados na corretora e também acho interessante ampliar o leque de aplicações visando não ficar amarrado somente em TD. Como características do fundo deste fundo temos: valor de aplicação (R$ 100,00 mínimo) e taxa de administração (1,00% a.a.). Não tenho pretensão de resgate no curto prazo. Rentabilidade anual final de 7,26%.

Na renda fixa acabei perdendo para o CDI do ano (9,93%), contra 6,69% do TD e 7,26% do fundo de debêntures.

RENDA VARIÁVEL

  • FIIs: -0,62% 
Descolei do IFIX (só que mirando o buraco kkk) neste mês. Como novidade do setor participei da subscrição de GGRC11 (que serão 'liberadas' somente dia 08/01) e o papel se tornou o de maior percentual da carteira. Quanto à rentabilidade nada mudou em relação a novembro: EDGA11 continua sendo o pior, enquanto XPCM11 nada de braçadas. Com o aumento a carteira passou a ter 17 papéis diferentes. Rentabilidade anual final de 17,46%.

  • AÇÕES: +6,04%
Mês de recuperação, já que em novembro tinha tomado um tombo feio. Sem movimentações no período, a maior posição da carteira continua sendo CVC (CVCB3), enquanto o mais valorizado continua sendo Hering (HGTX3). Lojas Americanas (LAME4) continuam na lanterna da rentabilidade, porém saíram do vermelho. A carteira conta atualmente com dez papéis de setores variados. Rentabilidade anual final de 28,00%.

Na renda variável fiquei próximo do IFIX anual (19,43%) contra 17,46% dos FIIS e ganhei do índice Ibovespa (26,86%) contra 28,00% da minha carteira de ações.

PROVENTOS - DEZEMBRO/2017

Neste mês recebi proventos de FIIs, dividendos de BRKM5, além de Juros sobre capital próprio (JCP) de ABEV3, BBAS3, CVCB3 e HGTX3.   

Total Dezembro: R$ 352,64
Total Anual Acumulado: R$ 2.259,49


CONSOLIDADO - DEZEMBRO/2017

A carteira global ficou então representada por aproximadamente 52,47% em aplicações de renda fixa (TD e Fundos) e 47,53% em renda variável (FIIs e Ações). Da parte da renda fixa o Tesouro Direto é o mais significativo, no caso, a NTNB 2035, enquanto que na renda variável as ações continuam com a dianteira e atingiram o maior percentual histórico da carteira.   






Neste mês somente os FIIs fecharam no vermelho, o que me deu um gás para o fechamento do mês. A rentabilidade mensal ficou em +2,29%, finalizando então 2017 com valorização de 15,18% (aproximadamente 153% do CDI). 
   



Para efeito comparativo coloquei em tabela a carteira de 2016 e a de 2017 para visualização das mudanças e avanços obtidos:



Finalizo aqui esta postagem, desejando a todos os visitantes um feliz 2018. Que todos nós consigamos realizar aquilo que nos foi proposto, com muita rentabilidade e caixa para novos investimentos. Pra não fugir do padrão, agradeço aos colegas da blogosfera e demais visitantes que tiveram paciência para acompanhar.   

Até!

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Fechamento - Novembro/2017: R$ 148.479,57 ou +R$ 1.260,89 (+0,86%)

A rodada de novembro não me foi muito favorável. Enquanto não se desenrolar essa questão da Reforma da Previdência não vejo sinais muito positivos para os investimentos. Ainda assim pretendo manter os aportes com visão positiva, apostando que no final algo de positivo deve sair de toda essa balbúrdia. Como sempre mantenho meus olhos abertos a riscos e oportunidades. Os resultados de rentabilidade foram calculados pela planilha do colega ADP.

META ANUAL 2017: 160K em ativos financeiros - Resultado Parcial: 80,38% atingido. 

Estou abaixo do previsto e a luz amarela está acesa. Conforme já disse vou considerar uma margem de 5% como válida. 

TRANSAÇÕES - NOVEMBRO/2017

Mais um mês com movimento em renda variável: aderi à conversão das units de Sanepar (tinha apenas SAPR3) e adquiri mais um bocado de ITSA4 com grana nova do aporte. Nos FIIs sem novidade, apenas a integralização das cotas de FFCI11, que agora estão todas juntas.  

Vamos ao resultado mensal fechado:


RENDA FIXA

  • TD: -1,06%
Sem mexidas aqui. Por conta do aumento da incerteza geral vem ocorrendo um aumento das taxas e, em decorrência o valor das minhas NTNB 2035 (que têm maior duration) estão caindo. Em termos percentuais a carteira está assim: vinculados ao IPCA (46,16%) e vinculados à taxa Selic (53,84%). Rentabilidade anual acumulada de 6,04%.

  • FUNDOS DE INVESTIMENTO PRIVADOS: -0,08% 
Este item é representado pelo fundo Brasil Plural Debêntures Incentivadas 45. De modo geral aplico os trocados que ficam parados na corretora e também acho interessante ampliar o leque de aplicações visando não ficar amarrado somente em TD. Como características do fundo deste fundo temos: valor de aplicação (R$ 100,00 mínimo) e taxa de administração (1,00% a.a.). Não tenho pretensão de resgate no curto prazo. Rentabilidade anual de 6,75%.


RENDA VARIÁVEL

  • FIIs: +1,63% 
Mais um mês em que bati o IFIX. Sem aumento das cotas, o Shopping Grand Plaza (ABCP11) se mantém como o de maior percentual da carteira. Quanto à rentabilidade o Edifício Galeria (EDGA11) continua como o pior fundo da carteira, com rentabilidade negativa, enquanto a pole foi tomada pelo XP Corporate Macaé (XPCM11). Estou de olho na subscrição de GGRC11, aguardando se sobrarão cotas para quem está de foraA carteira de FIIs conta com 16 papéis diferentes até o momentoRentabilidade anual de 21,03%.

  • AÇÕES: -4,19%
Tomei um tombo aqui, mergulhando mais fundo que o índice Ibovespa. A novidade da carteira são os papéis de Sanepar Unit (SAPR11). A maior posição da carteira continua sendo CVC (CVCB3), enquanto o mais valorizado continua sendo Hering (HGTX3). Lojas Americanas  (LAME4) continuam em queda. A carteira conta atualmente com dez papéis de setores variados. Rentabilidade anual de 21,85%.


PROVENTOS - NOVEMBRO/2017

Neste mês recebi proventos de FIIs, dividendos de GRND3, além de Juros sobre capital próprio (JCP) de BBAS3 e IRBR3.   

Total Novembro: R$ 187,86
Total Anual Acumulado: R$ 1.906,85


CONSOLIDADO - NOVEMBRO/2017

A carteira global é representada por aproximadamente 54,96% em aplicações de renda fixa (TD e Fundos) e 45,04% em renda variável (FIIs e Ações). Da parte da renda fixa o Tesouro Direto é o mais significativo, no caso, a NTNB 2035, enquanto que na renda variável as ações continuam com a dianteira.   





Neste mês somente os FIIs fecharam no azul, o que faz deste o pior mês em termos de rentabilidade de 2017, no caso (-1,81%), pior que o maio de Joesley. Há que se considerar também que estou mais exposto à renda variável do que antes.
   



Finalizando aqui mais uma postagem. Agradeço aos colegas da blogosfera e demais visitantes que tem paciência para acompanhar.   

Até!

terça-feira, 31 de outubro de 2017

Fechamento - Outubro/2017: R$ 147.268,18 ou +R$ 2.470,95 (+2,41%)

Outubro teve crescimento? Sim. Porém o aumento da turbulência é uma constante e a cada dia as nuvens negras vão aumentando de tamanho. Enquanto indivíduo tenho que ficar atento aos riscos, mas não posso deixar também de botar o pé nas oportunidades que sempre aparecem. Os resultados de rentabilidade foram calculados pela planilha do colega ADP.

META ANUAL 2017: 160K em ativos financeiros - Resultado Parcial: 78,23% atingido. 

A correção dos últimos dias atrapalhou mas continuo subindo e isso é o mais importante. O projeto segue firme e forte, mas considero uma faixa de 5% como margem válida. 

TRANSAÇÕES - OUTUBRO/2017

Neste mês somente transações em renda variável: fiz a troca de SAPR4 por SAPR3 aproveitando o desconto que havia no momento, além da entrada em IRBR3 que já estava no radar. Assim como boa parte da blogosfera que investe em FIIs aproveitei para aumentar posição em ABCP11, que é um ativo bastante interessante e que teve uma oportunidade excelente para quem tinha grana disponível. No meu caso utilizei praticamente só dinheiro oriundo dos proventos. Ainda aguardo a incorporação da subscrição de FFCI11, sendo as cotas já aparecem na corretora como FFCI13. 


Vamos ao resultado mensal fechado:


RENDA FIXA

  • TD: -0,59%
Não mexi nos papéis investidos, sendo que a possível explicação para a queda se deve ao aumento das incertezas no país. Em decorrência, minhas NTNB 2035 por terem maior duration estão mais sujeitas à volatilidade. Em termos percentuais a carteira está assim: vinculados ao IPCA (41,40%) e vinculados à taxa Selic (58,60%). Rentabilidade anual acumulada de 7,18%.

  • FUNDOS DE INVESTIMENTO PRIVADOS: -0,08% 
Este item é representado pelo fundo Brasil Plural Debêntures Incentivadas 45. De modo geral aplico os trocados que ficam parados na corretora e também acho interessante ampliar o leque de aplicações visando não ficar amarrado somente em TD. Como características do fundo deste fundo temos: valor de aplicação (R$ 100,00 mínimo) e taxa de administração (1,00% a.a.). Não tenho pretensão de resgate no curto prazo. Rentabilidade anual de 6,83%.


RENDA VARIÁVEL

  • FIIs: +0,65% 
Venci o IFIX neste mês, além de ter ampliado o investimento nesta categoria após um longo tempo sem aportes. A compra de cotas fez com que o Shopping Grand Plaza (ABCP11) se tornasse o líder da carteira. Quanto à rentabilidade o Edifício Galeria (EDGA11) continua como o pior fundo da carteira, com rentabilidade negativa, enquanto a pole foi conquistada pelo SDI Logística (SDIL11), cuja cota beira os 100 reais. No curto prazo estou pensando seriamente em subscrever GGRC11, aguardando maiores detalhes. Subscrevi FFCI11 mas ainda não foram incorporados ao patrimônio. A carteira de FIIs conta com 16 papéis diferentes até o momentoRentabilidade anual de 19,03%.

  • AÇÕES: +6,35%
Consegui fechar no positivo, aqui também com efeito pesado da correção do Ibovespa. Resumindo a abertura, troquei SAPR4 por SAPR3 e adquiri IRBR3. A maior posição da carteira pertence a CVC (CVCB3), enquanto o mais valorizado continua sendo Hering (HGTX3). Em decorrência da queda Lojas Americanas (LAME4) seguram a lanterna momentaneamente. A carteira conta atualmente com dez papéis de setores variados. Rentabilidade anual de 30,20%.


PROVENTOS - OUTUBRO/2017

Neste mês recebi proventos de FIIs e dividendos de HGTX3 e ITSA4.   

Total Outubro: R$ 160,49
Total Anual Acumulado: R$ 1.718,99


CONSOLIDADO - OUTUBRO/2017

A carteira global é representada por aproximadamente 56,01% em aplicações de renda fixa (TD e Fundos) e 43,99% em renda variável (FIIs e Ações). Da parte da renda fixa o Tesouro Direto é o mais significativo, no caso, a NTNB 2035, enquanto que na renda variável as ações continuam com a dianteira.   





Neste mês a renda fixa caiu enquanto a variável seguiu no azul. O avanço percentual foi pouco maior que a metade do que obtive em setembro (+1,71%), mas o importante é que tive crescimento.  
   



Finalizo aqui mais uma postagem, mais uma vez agradecendo a visita dos colegas da blogosfera e demais visitantes que tem paciência para acompanhar.   

Até!

sábado, 30 de setembro de 2017

Fechamento - Setembro/2017: R$ 143.747,73 ou +R$ 4.552,58 (+3,27%)

Mais um mês de boa valorização das aplicações, não sem boa dose de turbulência, reflexo da situação problemática não somente do país quanto também do cenário externo. Quanto a mim continuo movimentando o portfólio, seja resgatando papéis, comprando outros, mexendo aqui e ali na renda fixa e variável. Os resultados de rentabilidade foram calculados pela planilha do colega ADP.

META ANUAL 2017: 160K em ativos financeiros - Resultado Parcial: 72,32% atingido. 

Apesar do avanço ainda estou um pouco abaixo do ideal. Os aportes virão mas será que a economia vai ter fôlego para continuar subindo? A conferir. Continuo acreditando que ficarei dentro da meta, sendo que vou considerar uma faixa de 5% como margem válida. 

TRANSAÇÕES - SETEMBRO/2017

Em setembro realizei resgate de IPCA 2024 e direcionei o recurso para IPCA 2035 e LFT 2023, além de um pingado em BP DEB 45 para não deixar dinheiro parado na corretora. Dois COEs venceram e o recurso também foi encaminhado para o TD. Da parte variável aumentei posição em CVCB3 e subscrevi FFCI11. 

Vamos ao resultado mensal fechado:


RENDA FIXA

  • TD: +0,92%
Outro mês de crescimento e novamente fiz alterações no portfólio. Resgatei meus papéis IPCA 2024 e direcionei os recursos para um aumento em IPCA 2035 (mais apimentado) e LFT 2023 (minha âncora). Em termos percentuais a carteira está assim: vinculados ao IPCA (42,00%) e vinculados à taxa Selic (58,00%). Parte dos recursos que estão em LFT podem ser redirecionados caso surjam oportunidades. Rentabilidade anual acumulada de +7,82%.

  • COE: +2,00%
Neste mês os dois papéis restantes da carteira venceram e os recursos foram repartidos entre TD e no fundo de debêntures que tenho (pequena parte). Consegui ainda aproveitar o aumento do índice Bovespa neste mês, o que rendeu ao papel vinculado a ele um bom aumento. Já o que estava vinculado à BBAS3 já tinha estourado o limite e portanto não teve variação. Não foram os melhores investimentos que já fiz mas permitiram maior entendimento e experiência, de modo que aqui este item se despede das postagens mensais.  Rentabilidade anual final de +4,16%.

  • FUNDOS DE INVESTIMENTO PRIVADOS: +0,95% 
Este item é representado pelo fundo Brasil Plural Debêntures Incentivadas 45. De modo geral aplico os trocados que ficam parados na corretora e também acho interessante ampliar o leque de aplicações visando não ficar amarrado somente em TD. Como características do fundo deste fundo temos: valor de aplicação (R$ 100,00 mínimo) e taxa de administração (1,00% a.a.). Não tenho pretensão de resgate no curto prazo. Rentabilidade anual de 6,92%.


RENDA VARIÁVEL

  • FIIs: +6,37% 
Consegui acompanhar o IFIX neste mês, o que significou um aumento da carteira. Aqui reside uma das grande dúvidas do portfólio: vender os fundos ruins e migrar pra outros ou apenas não aumentar posição nos mesmos. Por enquanto a segunda opção vem levando a melhor, não significando que será assim indefinidamente. Olhando a carteira mais de perto tenho o Edifício Galeria (EDGA11) como o pior fundo da carteira, com rentabilidade negativa, enquanto o Grand Plaza (ABCP11) é o mais valorizado, com valores muito acima do VP. Houve exercício de subscrição em FFCI11 e decidi participar, pois acho o mesmo bastante interessante. A carteira de FIIs conta com 16 papéis diferentes até o momentoRentabilidade anual de 19,24%.

  • AÇÕES: +6,03%
Mais uma subida, mesmo sofrendo a ligeira correção dos últimos dias da bolsa. Aumentei posição em CVCB3 e ainda tenho caixa para a compra de um novo papel que estou de olho, provavelmente na próxima semana. Todos os papéis estão no azul, sendo que Hering (HGTX3) tomou a dianteira na valorização, ficando Sanepar (SAPR4) com a lanterna. A carteira conta atualmente com nove papéis de setores variados. Rentabilidade anual de 22,59%.


PROVENTOS - SETEMBRO/2017

Neste mês recebi proventos de FIIs e JCP de BBAS3.   

Total Setembro: R$ 98,84
Total Anual Acumulado: R$ 1.558,50


CONSOLIDADO - SETEMBRO/2017

Pouca variação comparativamente a agosto. A carteira global é representada por aproximadamente 57,70% em aplicações de renda fixa (TD e Fundos) e 42,30% em renda variável (FIIs e Ações). Da parte da renda fixa o Tesouro Direto é o mais significativo, no caso, a NTNB 2035, enquanto que na renda variável as ações continuam com a dianteira.   




Em resumo tive mais um mês fechando no azul em todas as modalidades, tomando de agosto o título de maior crescimento mensal anual: (+3,27%). Torço para mantermos um crescimento constante tanto dos aportes quanto da valorização das aplicações. 
   



Finalizo aqui mais uma postagem, mais uma vez agradecendo a visita dos colegas da blogosfera e demais visitantes que tem paciência para acompanhar.   

Até!

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Fechamento - Agosto/2017: R$ 139.195,15 ou +R$ 7.561,23 (+5,74%)

Momento do fechamento. Mais um mês de grande valorização, tudo parece estar entrando nos eixos, mesmo que aos trancos e barrancos. Da minha parte tratei de aproveitar da situação, seja por troca de posições, seja por aumento/redução de ativos tanto na renda fixa quanto na variável. Vamos aos números. Os resultados de rentabilidade foram calculados pela planilha do colega ADP.

META ANUAL 2017: 160K em ativos financeiros - Resultado Parcial: 64,56% atingido. 

Um bom resultado em agosto fez com que eu voltasse ao planejado, principalmente da bolsa. Apesar de uma correção ser provável, creio que garantindo os aportes e comprando bons produtos conseguirei atingir o objetivo traçado.

TRANSAÇÕES - AGOSTO/2017

Alterei o título deste tópico pois até então só tinha feito compras. Neste mês fiz o resgate de parte das aplicações do Tesouro que já tiveram boa valorização e atingiram o prazo de IR mínimo (15%) (NTNB 2019, NTNB 2020, LTN 2019 e LTN 2021) e também houve o vencimento de um COE atrelado à cotação de PETR4. O valores resgatado do Tesouro foi inteiramente direcionado para a NTNB 2035 enquanto o resgate do COE, juntamente com o dinheiro novo foi enviado para a compra de ações (apenas SAPR4 até o momento). 

Vamos ao resultado mensal fechado:


RENDA FIXA

  • TD: +1,28%
Mais crescimento este mês. Fiz grande alteração neste item por meio do resgate de parte dos títulos e aporte em outro. Em termos percentuais a carteira agora ficou assim: vinculados ao IPCA (56,18%) e vinculados à taxa Selic (43,82%). Talvez aumente um pouco a exposição em LFT para dar uma esfriada na carteira. Rentabilidade anual acumulada de +8,44%.

  • COE: +3,79%
Dos três papéis integrantes da carteira um já venceu e foi redirecionado, o outro já estourou o limite e já tem seu valor final definido até o resgate (fim de setembro), enquanto o aumento ocorre por conta da valorização do índice Bovespa, que é o parâmetro do terceiro. Pra mim quanto mais subir a bolsa mais vou ganhar, mesmo que o vencimento deste já ocorra semana que vem. Como os papéis não têm marcação a mercado considero a variação da cota comparativamente com os termos de início e desconto o IR correspondente ao prazo da aplicação (17,50%). Rentabilidade anual acumulada de +1,91%.

  • FUNDOS DE INVESTIMENTO PRIVADOS: +1,02% 
Este item é representado pelo fundo Brasil Plural Debêntures Incentivadas 45. De modo geral aplico os trocados que ficam parados na corretora e também acho interessante ampliar o leque de aplicações visando não depender apenas de uma ou outra aplicação. Como características do fundo deste fundo temos: valor de aplicação (R$ 100,00 mínimo) e taxa de administração (1,00% a.a.). Não tenho pretensão de resgate no curto prazo. Rentabilidade anual de 6,22%.


RENDA VARIÁVEL

  • FIIs: +0,32% 
Mais um mês em que perdi do IFIX, apesar de ficar no azul. Os preços estão esticados e antes de um aumento de posição quero estudar mais profundamente. A análise de fundos problemáticos continua mas ainda não decidi nada. Edifício Galeria (EDGA11) continua sendo o pior fundo da carteira, enquanto o Grand Plaza (ABCP11) é o mais valorizado. A carteira de FIIs conta com 16 papéis diferentes até o momentoRentabilidade anual de 12,10%.

  • AÇÕES: +7,02%
Outra subida grande em agosto, de modo que somente BBAS3 continua no vermelho. Aumentei posição em SAPR4 e mantenho caixa livre para aumento de posição em outras e talvez a inclusão de novos papéis no portfólio. A visão de longo prazo é o lema aqui. A carteira conta atualmente com nove papéis de setores variados. Rentabilidade anual de 15,62%.


PROVENTOS - AGOSTO/2017

Neste mês recebi proventos de FIIs, cupons de Tesouro IPCA 2020 e dividendos/JCP de BBAS3, HGTX3, GRND3 e ITSA4.   

Total Agosto: R$ 220,59
Total Anual Acumulado: R$ 1.459,66


CONSOLIDADO - AGOSTO/2017

O equilíbrio foi rompido em agosto por conta do maior aporte em renda variável. A carteira é representada por aproximadamente 58,83% em aplicações de renda fixa (TD, COE e Fundos) e 41,17% em renda variável (FIIs e Ações). Da parte da renda fixa o Tesouro Direto é o mais significativo, principalmente a NTNB 2035, enquanto que na renda variável as ações tomaram a dianteira.   




Recapitulando, todo mundo fechou no azul, o que fez a valorização de agosto ser a maior de 2017 (+3,09%)e por enquanto não tenho do que reclamar. Torço para que eu consiga manter meus aportes e o ritmo de crescimento continue. 
   



Finalizo aqui mais uma postagem, mais uma vez agradecendo a visita dos colegas da blogosfera e demais visitantes que tem paciência para acompanhar.   

Até!